domingo, 9 de abril de 2017

Livros para download

Uma compilação com 90 obras, entre autores brasileiros e estrangeiros, escolhidas entre os 50 mil títulos disponíveis no portal Domínio Público. A lista, traz desde livros seminais, formadores da cultural ocidental, como “Arte Poética”, de Aristóteles, até o célebre “A Metamorfose, de Franz Kafka, considerado uma marco da literatura tcheca e um dos livros mais influentes do século 20, além de clássicos brasileiros e portugueses. Todo o acervo do portal DP é composto por obras em domínio público ou que tiveram seus direitos de divulgação cedidos pelos detentores legais. No Brasil, os direitos autorais duram setenta anos contados de 1° de janeiro do ano subsequente à morte do autor.
Entre os livros escolhidos estão “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri; “Don Quixote”, de Miguel de Cervantes;  “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões; “A Volta ao Mundo em Oitenta Dias”, de Júlio Verne;  “Os Escravos”, de Castro Alves; “Via-Láctea”, de Olavo Bilac; “A Escrava Isaura”, de Bernardo Guimarães; “Poemas”, de Safo; “Uma Estação no Inferno”, de Arthur Rimbaud; “O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos”, de Lima Barreto; “Lira dos Vinte Anos”, de Álvares de Azevedo;  “História da Literatura Brasileira”, de José Veríssimo Dias de Matos; “Eu e Outras Poesias”, de Augusto dos Anjos; “A Esfinge Sem Segredo”, de Oscar Wilde; “Schopenhauer”, de Thomas Mann; “O Elixir da Longa Vida”, de Honoré de Balzac; “Cândido”, de Voltaire; “Viagens de Gulliver”, de Jonathan Swift; “Utopia”, de Thomas Morus; “Canção do Exílio”, de  Gonçalves Dias; “A Carne”, de Júlio Ribeiro; “Os Sertões”, de Euclides da Cunha; além de obras de William Shakespeare, Fernando Pessoa,  Machado de Assis, Florbela Espanca e Eça de Queirós.   Para fazer o download basta clicar sobre o livro selecionado.
A Divina Comédia — Dante Alighieri
A Metamorfose — Franz Kafka
Don Quixote. Vol. 1 — Miguel de Cervantes Saavedra
Don Quixote. Vol. 2 — Miguel de Cervantes Saavedra
Cândido — Voltaire
Uma Estação no Inferno — Arthur Rimbaud
Iluminuras —Arthur Rimbaud
A Esfinge sem Segredo — Oscar Wilde
Viagens de Gulliver — Jonathan Swift
Poemas — Safo
O Elixir da Longa Vida — Honoré de Balzac
Arte Poética — Aristóteles
Via-Láctea — Olavo Bilac
As Viagens — Olavo Bilac
Contos para Velhos — Olavo Bilac
A Mensageira das Violetas — Florbela Espanca
Poemas Selecionados — Florbela Espanca
Livro de Mágoas — Florbela Espanca
Charneca em Flor — Florbela Espanca
Livro de Sóror Saudade — Florbela Espanca
O Livro D’ele — Florbela Espanca
O Guardador de Rebanhos — Fernando Pessoa
Poemas de Fernando Pessoa — Fernando Pessoa
Poemas de Álvaro de Campos — Fernando Pessoa
Poemas de Ricardo Reis — Fernando Pessoa
Primeiro Fausto — Fernando Pessoa
O Eu Profundo e os Outros Eus — Fernando Pessoa
O Pastor Amoroso — Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras — Eça de Queirós
Os Maias — Eça de Queirós
Contos —Eça de Queirós
A Ilustre Casa de Ramires — Eça de Queirós
A Relíquia — Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro — Eça de Queirós
Cartas D’Amor — O Efêmero Feminino — Eça de Queirós
Vozes d’África — Castro Alves
Os Escravos —  Castro Alves
O Navio Negreiro — Castro Alves
Espumas Flutuantes — Castro Alves
Eu e Outras Poesias — Augusto dos Anjos
Eterna Mágoa — Augusto dos Anjos
Os Sertões — Euclides da Cunha
Canção do Exílio — Antônio Gonçalves Dias
Dom Casmurro — Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas — Machado de Assis
Esaú e Jacó — Machado de Assis
Quincas Borba — Machado de Assis
Contos Fluminenses — Machado de Assis
O Alienista — Machado de Assis
As Academias de Sião — Machado de Assis
Memorial de Aires — Machado de Assis
Hamlet — William Shakespeare
O Mercador de Veneza — William Shakespeare
 Os Lusíadas — Luís Vaz de Camões
Redondilhas — Luís Vaz de Camões
Canções e Elegias — Luís Vaz de Camões
Fausto — Johann Wolfgang von Goethe
Lira dos Vinte Anos — Álvares de Azevedo
Noite na Taverna — Álvares de Azevedo
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos — Álvares de Azevedo
Obras Seletas — Rui Barbosa
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias — Júlio Verne
Odisseia — Homero
Iliada — Homero
História da Literatura Brasileira — José Veríssimo Dias de Matos
Utopia — Thomas Morus
A Carne — Júlio Ribeiro
Édipo-Rei — Sófocles
A Alma Encantadora das Ruas — João do Rio
Memórias de um Sargento de Milícias — Manuel Antônio de Almeida
A Dama das Camélias — Alexandre Dumas Filho
Sonetos e Outros Poemas — Bocage
A Dança dos Ossos — Bernardo Guimarães
A Escrava Isaura — Bernardo Guimarães
A Orgia dos Duendes — Bernardo Guimarães
Seleção de Obras Poéticas — Gregório de Matos
Contos de Lima Barreto — Lima Barreto
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos — Lima Barreto
Triste Fim de Policarpo Quaresma — Lima Barreto
Diário Íntimo — Lima Barreto
Brás, Bexiga e Barra Funda — Alcântara Machado
Schopenhauer — Thomas Mann
A Capital Federal — Artur Azevedo
Antigonas — Sofócles
A Poesia Interminável —  Cruz e Sousa
Antologia — Antero de Quental
A Conquista — Coelho Neto
As Primaveras — Casimiro de Abreu
Carolina — Casimiro de Abreu
A Desobediência Civil — Henry David Thoreau
A Princesa de Babilônia — Voltaire

(Matéria retirada daqui: http://www.revistabula.com/647-100-livros-classicos-para-download/)


Além desses, tem mais aqui:  Domínio Público

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

7 Maneiras de usar o resultado do Enem no vestibular


Que o Enem é o principal mecanismo para entrada no ensino superior atualmente, não resta dúvidas. O que muitos candidatos que prestam o exame não sabem é como as instituições – universidades, centros universitários e faculdades – podem usar as notas do exame.
Como sempre ressaltamos aqui no infoEnem, mais do que ir bem nas provas os estudantes devem compreender as regras e os processos seletivos que aproveitam o desempenho no Enem. Por isso esclarecemos neste artigo as 7 principais formas de uso do exame nacional. Confira.

1. Fase Única

Consiste nos vestibulares que substituíram sua prova institucional pela nota do exame, podendo ser usado para todas as vagas ou parte delas. Nesta opção o processo seletivo continua sendo organizado pela instituição de ensino, porém não há provas, apenas apresentação do resultado do Enem.

2. Primeira Fase

Nessa opção o boletim do Enem equivale apenas a primeira etapa, eliminatória, de uma seleção que terá outras fases. Normalmente esses estágios seguintes correspondem a uma prova com questões objetivas ou uma redação, elaboradas pela própria instituição. Esta é a forma de uso menos recorrente do exame entre os processos seletivos.

3. Composição da Nota Final

Alguns vestibulares aceitam a pontuação do exame para entrar na composição da nota final do candidato. Geralmente o aproveitamento do Enem é opcional nestes tipo de avaliação, que possuem cálculos próprios e só aceita o exame se o mesmo aumentar o desempenho do estudante.

4. Bônus “Extra”

Diferentemente da opção anterior, em vez de entrar no cálculo da pontuação final do candidato no vestibular, a nota do Enem aqui concede uma nota extra – bônus – ao aluno que prestou e utilizou as notas do exame.

5. Sistema de Seleção Unificada (Sisu)

O Sisu se assemelha a forma de entrada “fase única”, pois usa as notas do exame como critério de seleção num processo de uma única etapa. As diferenças são que é organizado pelo Ministério da Educação (MEC) e não pelas instituições, vale somente para instituições públicas de ensino superior e usa apenas a última edição do Enem.

6. Sistema Misto

Neste modelo de processo seletivo o Enem pode ser usado de formas diferentes numa mesma instituição. Há universidades, por exemplo, que usam o Sisu para parte das vagas e para o restante utiliza o vestibular próprio, que usa o Enem na composição final, como primeira fase ou outra opção dentre as anteriores.

7. Vagas Remanescentes

Algumas instituições, por sua vez, utilizam o exame nacional somente para a fase da ocupação de vagas remanescentes de seus respectivos processos seletivos.

Fonte: https://www.infoenem.com.br/

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Carta

Nos últimos concursos do país, além dos textos mais comuns (narração, descrição e dissertação) novos textos vêm sendo propostos. Um deles é a carta. Esse é um tipo de texto que se caracteriza por envolver um remetente e um destinatário. É normalmente escrita em primeira pessoa, e sempre visa um tipo de leitor.
É necessário que se utilize uma linguagem adequada com o tipo de destinatário e que durante a carta não se perca a visão daquele para quem o texto está sendo escrito.
Dependendo do leitor há até mesmo tratamentos específicos, no caso de autoridades como o papa (Vossa Santidade), o juiz, o presidente, entre outros.
Há algumas características que marcam esse tipo de texto:
- Local e Data
- Destinatário
- Saudação
- Interlocução com o destinatário
- Despedida
OBS: Esses itens estão na ordem em que devem aparecer.
No caso dos concursos há um tipo de carta comumente sugerido: a carta argumentativa. Sobre esse tipo de texto destacaremos algumas “regras” que ajudaram na composição da mesma.
Adequação ao tema: Como são argumentativas devem sustentar uma tese e defendê-la, de modo a persuadir seu interlocutor a concordar com os argumentos utilizados. Além disso, é bom que traga também dados, fatos, exemplos, etc., que possam auxiliar o processo de convencimento do leitor e atestar a veracidade e coerência das opiniões expostas.
Adequação ao tipo de texto: A carta deve obedecer às mesmas características das outras cartas, as quais já foram citadas. Precisam ser coesas e coerentes, construindo um texto, e as informações não devem ser repetidas, ao invés disso é adequado utilizar citações ou opiniões de outros autores, explorando em profundidade essas opiniões. É indispensável que sejam objetivas e analíticas, fazendo observações inteligentes e fundamentadas, sempre criando relações entre os argumentos.
Adequação à norma da língua portuguesa: Deve obedecer, assim como os demais textos, às regras de sintaxe, paragrafação, grafia, concordância, regência (nominal e verbal), colocação pronominal, pontuação e regras de coerência e coesão.
O que diferencia a carta argumentativa das demais cartas é o compromisso que ela assume com o convencimento do interlocutor, e o que a diferencia de uma simples dissertação argumentativa é que esta é dirigida a um interlocutor universal, enquanto aquela é dirigida a um interlocutor previamente especificado. Este fato torna mais fácil o processo de argumentação, já que eu conheço o leitor da minha carta, e assim posso prever os questionamentos e interesses possivelmente vindos dele.
É importante que se saiba que o foco da carta é a persuasão do destinatário. Conhecendo-o podemos fundamentar melhor os argumentos a serem utilizados e adequá-los à realidade daquele público.




Fontes: